O arrependimento de Deus

Por duas vezes a Bíblia diz que Deus se arrependeu de algo que ele fez no passado (Gênesis 6:6-7 e 1 Samuel 15:11), e pelo menos onze vezes a Bíblia diz que ele se arrependeu ou se arrependeria de algo que estava prestes a fazer no futuro (Êxodo 32:12-14, 2 Samuel 24:16, 1 Crônicas 21:15, Salmos 106:45, Jeremias 4:28, 18:8, 26:3, 13, 19, 42:10; Joel 2 :13-14; Amós 7:3, 6; Jonas 3:9-10; 4:2).

Porém, a Bíblia também diz que Deus não se arrepende. Por exemplo, o Salmo 110:4 diz:

Jurou o Senhor e não se arrependerá: “Tu és um sacerdote eterno, segundo a ordem de Melquisedeque”.

E Ezequiel 24:14 diz:

“Eu, o Senhor disse: Será assim, e o farei; não tornarei atrás e não pouparei,nem me arrependerei; conforme os teus caminhos e conforme os teus feitos, te julgarão, diz o Senhor”. (Veja Jeremias 4:27-28)

Mas ainda mais importante do que estes, são os textos que dizem que Deus seria como um homem se ele se arrependesse. Ou seja, a imunidade de Deus da necessidade de se arrepender é baseada em sua divindade. Ser Deus significa que ele não pode se arrepender.

Números 23:19 — Deus não é homem para que minta; nem filho do homem para que se arrependa.

1 Samuel 15:29 — Aquele que é a Força de Israel não mente nem se arrepende; porquanto não é um homem para que se arrependa.

Este último texto está também na mesma história que diz que Deus se arrependeu de ter feito Saul um rei (1 Samuel 15:11, 35). Portanto, não devemos pensar que estes dois pontos de vista vêm de diferentes autores do Antigo Testamento que não concordam um com o outro.

Pelo contrário, nós provavelmente devemos dizer que por um lado Deus de fato se arrepende, e por outro lado ele não se arrepende. 1 Samuel 15:29 e Números 23:19 têm a intenção de nos impedir de ver o arrependimento de Deus de uma forma que iria colocá-lo na categoria limitada de um homem.

O arrependimento de Deus não é como o do homem. Eu considero que isso signifique que Deus não é pego de surpresa por eventos inesperados como nós somos. Ele conhece o futuro. (“Eis que as primeiras coisas passaram, e novas coisas eu vos anuncio, e, antes que venham à luz, vo-las faço ouvir”. Isaías 42:9). Deus também nunca peca. Portanto, seu arrependimento não é devido à falta de previsão nem à tolice.

Pelo contrário, o arrependimento de Deus é a expressão de uma atitude e ação diferentes a respeito de algo passado ou futuro — não porque os acontecimentos o pegaram desprevenido, mas porque alguns acontecimentos fazem a expressão de uma nova atitude mais adequada agora do que teria feito antes. Deus “muda” de idéia não porque ele responde a circunstâncias imprevistas, mas porque ele determinou que sua mente esteja de acordo com a maneira como ele mesmo determina as mudanças e acontecimentos do mundo.

Descansando na confiabilidade de Deus,

Pastor John

By John Piper. ©2013 Desiring God Foundation. Website: desiringGod.org

10 coisas que jovens em um relacionamento sério devem saber

1. O seu desejo de fazer sexo com a pessoa amada não é ruim. Seria um problema diferente para nos preocuparmos caso você não desejasse. A chave é que o desejo de glorificar a Cristo deve ser maior do que o desejo de fazer sexo com quem você ama.

2. A chave para que o desejo de glorificar a Cristo seja maior do que o desejo de fazer sexo é que essa decisão deve ser tomada repetidamente.

3. As pessoas que estão em um relacionamento sério demonstram seu melhor comportamento. Portanto, seja qual for esse comportamento agora, pode-se esperar que, com o tempo, vai “piorar”. Conforme a intimidade aumenta, as pessoas tendem a baixar a guarda. O casamento não resolve um mau comportamento, mas sim, dá a ele mais liberdade para aparecer. Garotas, se o seu namorado é controlador, desconfiado, manipulador ou te menospreza, ele ficará pior e não melhor, à medida que durar o seu relacionamento. Quaisquer que sejam as desculpas que você inventar ou as coisas que você relevar agora, ficará cada vez mais evidente e difícil de ignorar à medida que durar o seu relacionamento. Você não conseguirá consertá-lo, e o casamento não vai endireitá-lo.

4. Quase todos os cristãos que conheço os quais se casaram com um não cristão declaram seu amor pelo seu cônjuge e não se arrependem de terem se casado; no entanto, eles têm vivenciado uma dor profunda e um descontentamento com seu casamento por causa desse jugo desigual e, hoje, não aconselhariam um cristão a se casar com alguém que não seja cristão.

5. Considerar que você é especial e diferente, e que as experiências dos outros não refletem a sua, é uma visão pequena, insensata e arrogante. As pessoas que te amam e te avisam/aconselham sobre seu relacionamentotalvez sejam ignorantes. De fato, existem pessoas assim. Mas há uma probabilidade bem maior de que seus pais, seus pastores, seus amigos casados há mais tempo sejam mais sábios do que você pensa.

6. Morar juntos antes do casamento é um fator que pode matar seu casamento.

7. O sexo antes do casamento não incentiva o rapaz a crescer, ter responsabilidade e a liderar sua casa e família.

8. O sexo antes do casamento fere o coração de uma garota, talvez imperceptivelmente no início, mas sem dúvidas com o passar do tempo, conforme ela troca os benefícios de uma aliança, mas sem a segurança da mesma. Não foi assim que Deus planejou que o sexo nos trouxesse satisfação. Nunca entregue o seu corpo para um homem que não tenha prometido a Deus total fidelidade a você dentro da aliança de casamento, isso implica em prestar contas a uma igreja local. Resumindo, não entregue seu coração a um homem que não presta contas a alguém que dê a ele uma disciplina piedosa.

9. Todos os seus relacionamentos, inclusive seu relacionamento de namoro, têm o propósito maior de trazer glória a Jesus do que proporcionar a você uma satisfação pessoal. Quando a prioridade máxima em nossos relacionamentos é a satisfação pessoal, ironicamente, acabamos nos sentindo totalmente insatisfeitos.

10. Você é amado por Deus com uma graça abundante através da obra redentora de Cristo. E esse amor que nos envolve pela fé em Jesus nos dá poder e satisfação do Espírito Santo para buscar relacionamentos que honrem a Deus e, através deles, aumentem a nossa alegria.

Por Jared C. Wilson, Traduzido por Isabela Siqueira
Publicado em http://bit.ly/1dQJuJs

O que pertence ou não ao culto cristão?

 Para alguns cristãos, a resposta a essa pergunta parece dolorosamente óbvia: “Deus nos dá liberdade para que  o cultuemos seja lá como quisermos. Nós deveríamos  fazer o que quer que o Espírito Santo nos inspire a  fazer – afinal, nós não queremos apagar o Espírito!”

• Mas e se alguém desejasse cultuar a Deus  prostrando-se diante de uma imagem dele?

• Certo, então talvez haja algumas coisas que não  deveríamos fazer como se fosse culto, por exemplo,  pecar. Mas isso significa que, desde que não estejamos  pecando, podemos cultuar a Deus seja lá como quisermos?

• De modo nenhum. A Bíblia indica que, em nosso culto  corporativo, os cristãos deveriam fazer apenas aquelas  coisas que Deus positivamente exige de nós, seja por  mandamento ou por inferência. Diversas linhas de  evidência bíblica dão suporte a essa posição:

• Somente Deus tem o direito de determinar como ele  deve ser adorado (Lv 10.1-3; Jo 4.20-26; 1Co 14).

• O segundo mandamento proíbe não apenas adorar  outros além do único Deus verdadeiro, mas também  adorar o Deus verdadeiro de um modo que ele não  ordenou (Êx 20.2-6).

• Dado que: a fé é uma resposta afirmativa à revelação  de Deus. Dado que: tudo o que não provém de fé é  pecado (Rm 14.23). Logo: Deus não aceitará nenhuma  adoração que não seja uma resposta afirmativa a sua  revelação.

• Dado que: o Novo Testamento requer que os cristãos se reúnam regularmente (Hb 10.25). Dado que: não se  deve exigir que os cristãos se submetam a regras e  práticas inventadas pelo homem (Cl 2.16-23). Logo:  qualquer igreja que, efetivamente, exija dos cristãos  reunidos que participem em uma prática que Deus não  prescreveu de modo expresso estão injustamente  constrangendo a consciência desses cristãos. Em  outras palavras, porque a consciência desses cristãos  deve se manter livre de requerimentos humanos,  nenhuma igreja tem o direito de corporativamente  adorar a Deus de um modo que ele não tenha  afirmado.

• Como, então, nós decidimos o que pertence ou não a  um culto cristão? Nós examinamos a Bíblia para  descobrir o que Deus disse que os cristãos deveriam  fazer ao se reunirem. Então nós fazemos todas as  coisas que Deus nos diz para fazer, e nada mais.

(Parte deste material foi adaptada do capítulo “Does God  Care How We Worship?”, de Ligon Duncan, em Give Praise to  God: A Vision for Reforming Worship, editado por Philip  Graham Ryken, Derek W.H. Thomas e J. Ligon Duncan, III  [Phillipsburg: P&R Publishing Co., 2003, sem tradução em português], p. 20-50.)

O que o Novo Testamento Diz que as Igrejas Deveriam Fazer ao se Reunirem?

O Novo Testamento diz que, quando as igrejas se reúnem,  elas deveriam ler a Bíblia, pregar a Bíblia, orar a Bíblia,  cantar a Bíblia e ver a Bíblia.

1. Ler a Bíblia: Paulo disse a Timóteo: “dedique-se à  leitura pública da Escritura” (1Tm 4.13, NVI). As igrejas  deveriam ler a Escritura, em alta voz, durante suas  reuniões.

2. Pregar a Bíblia: Paulo disse a Timóteo: “Prega a  palavra” (2Tm 4.2). O próprio Paulo declarou “todo o  desígnio de Deus” à igreja em Éfeso (At 20.27). As  reuniões de igreja, hoje, deveriam estar centradas em  sermões que tomam o ponto principal de uma  passagem da Escritura, fazem dele o ponto principal do sermão e o aplicam à vida de hoje.

3. Orar a Bíblia: Paulo insta que orações sejam feitas na  igreja reunida (1Tm 2.8; 3.14-15). O conteúdo dessas  orações deveria ser bíblico, de modo a edificar todos os presentes (1Co 14.12, 26). Isso não significa que as  orações em um culto de igreja deveriam ser secas e  formais, mas que elas deveriam ser biblicamente ricas.

4. Cantar a Bíblia: Paulo disse à igreja em Colosso:  “Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo  […]louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos  espirituais, com gratidão, em vosso coração” (Cl 3.16).  Isso não significa que as igrejas deveriam cantar  apenas Salmos ou apenas as palavras da Bíblia, mas  significa que as igrejas deveriam cantar cânticos que  sejam encharcados da linguagem e da teologia da  Bíblia.

5. Ver a Bíblia: Nós dizemos “ver a Bíblia” porque as ordenanças do batismo e da Ceia do Senhor são, para  usar a expressão de Agostinho, “palavras visíveis”. No  batismo e na Ceia do Senhor nós vemos, cheiramos,  tocamos e provamos a Palavra. As igrejas cristãs  deveriam celebrar o batismo e a Ceia do Senhor  durante suas reuniões públicas de culto (1Co 11.17-34).

(Este material foi adaptado do capítulo “Foundations for  Biblically Directed Worship”, de Ligon Duncan, em Give  Praise to God: A Vision for Reforming Worship, editado por  Philip Graham Ryken, Derek W.H. Thomas e J. Ligon Duncan,  III [Phillipsburg: P&R Publishing Co., 2003, sem tradução em  português], p. 65-68.)

Extraído do site www.9marks.org. Copyright © 2013 9Marks. Usado com Permissão. Original: How should we decide what does or does not belong in a Christian worship service? e What does the New Testament say that churches should do when they gather?

Tradução: Vinícius Silva Pimentel – Ministério Fiel © Todos os direitos reservados. Website:www.MinisterioFiel.com.br / www.VoltemosAoEvangelho.com. Original:  O que é, quem deve e como EVANGELIZAR?

Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

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Dez conselhos para organizar melhor a vida em 2014

Por Ricardo Borges, na Ultimato.

Quando me pediram que escrevesse algo sobre como melhor organizar a agenda e a vida, eu pensei que fosse uma especial ironia. Muitas vezes clamo por esse tipo de ajuda, em meio à loucura dos ritmos e das demandas em que a gente se mete. Mas reconsiderei e aceitei o desafio, na perspectiva de selecionar alguns breves princípios e ideias que tem me ajudado. Eu o faço com a singeleza de compartilhar caminhos experimentados para buscar fazer da vida uma jornada mais focada e prazerosa. Assim que, para organizar-se na vida, aqui vão minhas sugestões:

  1. Sempre, sempre, se faça a pergunta sobre qual é o foco principal de sua vocação: o que você mais deseja na vida e onde crê que deva se envolver. Concentre-se nisso, e aprenda a delegar ou deixar para outros o que não esteja no cerne dessa paixão e chamado.
  2. Tome tempo no início de cada dia (e também ao início de cada semana) para revisar os desafios da agenda para aquele próximo período de tempo, para organizar as prioridades, revisar se são realistas, e assim buscar ir realizando, uma a uma, cada atividade da agenda. Planejar não é tempo perdido, é tempo investido. Se você é do tipo que se distrai entre muitas coisas, procure crescer na disciplina de completar uma tarefa antes de passar à outra. As recompensas (ver a tarefa completada, um descanso, presentear-se, etc.) nos ajudam a manter-nos motivados.
  3. Respeite os ritmos do corpo e da mente. Cada um tem seus limites e seus ritmos biológicos, e há que respeitá-los. Recomendo uma breve parada a cada duas horas de atividade intensa. Mesmo que só por uns cinco minutos, isso te ajuda a voltar com mais ânimo à tarefa. Também separe as tarefas mais difíceis para a hora do dia em que você costuma ter mais energia.
  4. Busque ser fiel à disciplina de um descanso semanal, a separar horas suficientes de sono cada noite e, para os que apreciam, dedicar uma pequena pausa na metade do dia (uma soneca ou um intervalo maior para relaxar-se). Ritmos muito intensos podem ser mantidos por certo tempo, mas no final a perda da saúde ou o stress afetam inclusive sua eficiência ou a capacidade de produzir, seja em uma tarefa burocrática e repetitiva, seja no engenho de algo melhor, mais belo e criativo.
  5. Pratique um hobbie. Considere seriamente isso. Esse foi um dos conselhos mais espirituais que eu já recebi em uma ocasião de muito stress. Saber relaxar-se é tão importante como saber trabalhar bem.
  6. Aprender a rir de você mesmo e não levar-se tão a sério são outras chaves para a sanidade da alma. Aqueles que são perfeccionistas ou neuróticos obsessivos, onde me incluo, sabem como isso é difícil. Mas esse é outro bom hábito. Crescer na perspectiva e na confiança de que o mundo não vai acabar porque você disse “não” a algo extra que apareceu. Se a culpa vem por sentir que é importante, sugiro a tranquilidade de crer que não está em suas mãos mover o universo. Aqueles que creem em Deus têm, ou deveriam ter, a sana percepção de que o protagonismo da história está em outro lugar, mais sagrado e mais amplo do que nossas próprias mãos. É uma maravilha quando vemos que podemos ser instrumentos nas mãos desse personagem principal. Também é um especial alívio e alegria quando vemos a muitas outras sendo usadas para cumprir os desígnios divinos de transformação e vida. Aqui creio que vale a máxima de que deixar de fazer o que se deveria é negligência e fazer além do que se deveria é presunção. O segredo é discernir uma coisa da outra. Busque esse equilíbrio.
  7. Preste contas de sua agenda a outros, cerque-se de pessoas que te façam perguntas difíceis. Quer seja seu chefe, um bom amigo ou um mentor, deixe que outros lhe questionem onde você investe o seu tempo e por que. Quando outras pessoas não nos acompanham é muito mais fácil perder o rumo. A autonomia é tentadora, mas seu custo é muito alto. Admita de uma ver por todas: ser independente (=sozinho) e fazer o que manda o seu nariz faz mal à sua saúde.
  8. Escolha as batalhas que irá lutar. Não temos energia para tudo. Às vezes nos desgastamos com coisas menores, e quando as lutas de verdade (ou as que valem a pena) chegam, já estamos desgastados. Tem certeza que vale a pena se estressar por aquele incidente? Está seguro que vale a pena discutir sobre isso? Há muita coisa importante em nossa breve e valiosa vida aqui nesse planeta. Escolher o que vale a pena é a arte que vale ouro puro.
  9. Passe tempo com quem você ama. Sim, é verdade, esse artigo é sobre como organizar a vida, mas se você não se organiza para investir tempo na companhia de queridos, então está tudo errado. Apague e comece de novo. Aprenda a colocar na agenda esse tempo para as pessoas do coração e diga aos demais que você tem um compromisso deveras importante naquele dia e hora.
  10. Reconheço que muita gente não tenha a autonomia ou a liberdade de sequer parar para pensar em alguns dos princípios e ideias acima, porque talvez estejam em uma roda viva para tentar sustentar-se e aos seus queridos. Muitos possivelmente estejam em situações-limites: guerras, refugiados, pobreza extrema, prisão, enfermidade. Situações-limite onde, como explicava Paulo Freire, sofrem opressão e autoritarismo. Mas ainda assim, e também seguindo Freire, é possível buscar o “inédito viável”, algo novo por ser sonhado e esperado, não como uma realidade intangível, mas uma esperança que alimenta nossa prática e atitude que transformam e libertam. Então, a última sugestão é: aprender a sonhar esses sonhos que podem se tornar realidade. Crescer em superar o que é dado, deixar para trás a resignação. Sempre é possível decidir em que focar-se. Melhor apontar ao inédito, ao novo, que nos ajude a viver melhor a vida, buscando também vida melhor para os demais.

Podem perceber que talvez o ponto principal esteja abaixo da superfície e tem a ver com nossa atitude geral com relação à vida. Espero que você aprenda a ter uma atitude melhor quanto a sua. Eu por aqui fico aberto aos seus conselhos para encarar a minha de maneira mais sensata, em paz, e cheia de significado.

Viva para Deus

Precisamos crer que o nosso eu já foi crucificado com Cristo, e também crer que Ele está vivendo em nós. Se nossas atitudes são muito diferentes das atitudes de Cristo, precisamos verificar se realmente estamos mortos para o pecado. Este é o processo de santificação. Quanto mais percerbemos nossas atitudes erradas, comparando-as com as atitudes de Cristo, mais nos arrependeremos, e submeteremos nossas vidas a Ele, e pela fé viveremos de vitória em vitória. (Pr. Edison Queiroz)

Pois eu pela lei morri para a lei, a fim de viver para Deus. Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé no filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim. Gálatas 2.19-20

Um novo Nascimento

Ora, havia entre os fariseus um homem chamado Nicodemos, um dos principais dos judeus. Este foi ter com Jesus, de noite, e disse-lhe:

– Rabi, sabemos que és Mestre, vindo de Deus; pois ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não estiver com ele.

Respondeu-lhe Jesus:

– Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.

Perguntou-lhe Nicodemos:

-Como pode um homem nascer, sendo velho? Porventura pode tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer?

Jesus respondeu:

– Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito.

João 3.1-6