Gerando arquivos individuais de uma mala direta no LibreOffice

Aqui no IFTO, Campus Paraíso do Tocantins especificamente, a mala direta é muito utilizada para gerar certificados de eventos. Diante da necessidade da Coordenação de Extensão em salvar os certificados de forma individual para envio por e-mai, segue uma dica de como realizar isso através do LibreOffice.

Básico de Mala Direta

Para criar uma mala direta, siga os passos:

    http://smkbarbosa.eti.br/wp/wp-admin/options-general.php

  1. Ferramentas > Assistente de mala direta;
  2. Faça a seleção dos campos 1 e 2 conforme a sua necessidade;
  3. Selecione o bloco de endereço, que pode ser um arquivo .ods ou .xls, utilize o bloco de endereço se for do seu interesse;
  4. O campo de criar uma saudação também fica a seu critério;
  5. Na edição do Documento, você irá inserir os campos da mala direta no documento, aperte CTRL + F2 e vá até a aba Banco de Dados e na planilha que você inseriu no assistente, escolha os campos que quer inserir no documento:

     

  6. Depois, personalize individualmente cada documento, se for de seu interesse;

Feito isso, feche o assistente de mala direta, não precisa utilizar a opção de salvar do assistente agora.

Gerando os documentos

Agora que o documento está pronto, só falta gerar os arquivos individuais certo? Então, aperte CTRL + P ou vá em Arquivo > Imprimir. Aparecerá uma caixa dizendo que o documento contém campos de banco de dados e perguntando se você quer imprimir uma carta-formulário, pressione Sim.

Depois, selecione a Saída para Arquivo. Em Salvar Documento mesclado selecione Salvar documentos individuais e selecione Gerar o nome do arquivo a partir do banco de dados. Faça a seleção nos campos abaixo, escolha a pasta e o formato de arquivo.

Pressione OK e pronto, seus arquivos estarão todos prontos para envio individual.

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Post publicado também no SempreUpdate

Aprendendo redes com Netkit

Você precisa aprender sobre configuração de redes de computadores no linux, não tem computadores pra montar um laboratório e não quer utilizar o Cisco Packet Tracer? Veja agora como o Netkit pode te ajudar a avançar nos estudos.

O Netkit é um ambiente para a criação e realização de experimentos em rede com baixo custo e com pouco esforço. Ele permite criar” vários dispositivos de rede virtual (roteadores, switches, computadores, etc.) que podem ser facilmente interligados, a fim de formar uma rede em um único PC. Equipamentos de rede virtual, mas que possuem muitas das características dos reais, incluindo a interface de configuração.

Instalação do NetKit

Serão necessários os arquivos:

wget http://wiki.netkit.org/download/netkit/netkit-2.8.tar.bz2
wget http://wiki.netkit.org/download/netkit-filesystem/netkit-filesystem-i386-F5.2.tar.bz2
wget http://wiki.netkit.org/download/netkit-kernel/netkit-kernel-i386-K2.8.tar.bz2

Extraia os arquivos utilizando o comando tar -xjSf:

tar -xjSf netkit-2.8.tar.bz2
tar -xjSf netkit-filesystem-i386-F5.2.tar.bz2
tar -xjSf netkit-kernel-i386-K2.8.tar.bz2

Após a extração, copie a pasta netkit para a home do seu usuário e acesse-a:

mv netkit ~
cd ~/netkit

Agora, precisamos exportar as variáveis para o .bash (ou  .profile se você estiver usando o Mint)

export NETKIT_HOME=~/netkit
export MANPATH=:$NETKIT_HOME/man
export PATH=$NETKIT_HOME/bin:$PATH

Esse processo é importante pois diz ao sistema operacional onde estão localizados os arquivos do netkit (executáveis, documentação e pasta base).

Cheque a instalação:

./check_configuration.sh

Se a arquitetura do seu computador for x64_86, você dever problemas aqui, então siga os passos abaixo para habilitar a execução de executáveis 32-bit.

No Ubuntu e derivados:

sudo apt-get update
sudo apt-get install ia32-libs
sudo apt-get install libc6-i386

No Arch Linux e derivados

Acesse o arquivo /etc/pacman.conf, e retire o comentário das linhas referentes ao [multilib], deixando-o assim:

[multilib]
Include = /etc/pacman.d/mirrorlist

Após esse processo, atualize os pacotes com:

sudo pacman -Syu

Feita a atualização, execute o check_configuration.sh novamente. Deve estar tudo ok agora.

Brincando com o Netkit

Ambiente com uma máquina virtual

vstart <nome da máquina> --<interface>=A

Se precisar que máquina virtual tenha comunicação com o pc real e acesse a internet, utilize:

vstart <nome da maquina> --<interface>=tap,<ip-pc-fisico>,<ip-pc-virtual>

Por exemplo: vstart pc1 eth0=tap,10.10.1.1,10.10.1.2.

Ambiente com várias máquinas virtuais

Podemos deixar as máquinas virtuais pré-configuradas para, ao subir, já ter todas as configurações definidas. Isso ajuda muito quando necessário utilizar uma rede virtual  para testes.

Para configurar um laboratório virtual, vamos precisar da seguinte estrutura:

Criar uma pasta para armazenar os arquivos, por exemplo:

mkdir /home/<usuario>/labrede

Criar um diretório para cada máquina virtual a ser utilizada dentro do diretório criado anteriomente:

cd labrede
mkdir gw1 pc1 pc2 pc3 pc4 …..

Ainda dentro do /labrede, criar os arquivos:

touch lab.conf
touch gw1.startup pc1.startup pc2.startup pc3.startup pc4.startup

lab.conf

Este arquivo deverá conter as informações sobre quantas placas de rede a máquina virtual conterá:

###Configuração para varias maquinas virtuais
LAB_DESCRIPTION="Laboratorio de testes - Samuel Barbosa"
LAB_VERSION='1.0'
LAB_AUTHOR="Samuel Barbosa"
LAB_EMAIL="contato@smkbarbosa.xyz"
LAB_WEB="smkbarbosa.xyz"

gw[0]=tap,192.168.20.1,192.168.20.2
gw[1]="LinkLan"
pc1[0]= "LinkLanGw"
pc2[0]="LinkLanGw"
pc3[0]="LinkLanGw"
pc4[0]="LinkLanGw"

No exemplo acima, tenho uma máquina que servirá como gateway chamada gw1, configurei duas placas de rede, observe que a sequência das placas sempre inicia com 0. Já deixei configurado também a conexão com o pc real cujo os ips são: 192.168.20.1 para a máquina física e 192.168.20.2 para o gateway.

.startup

Nos arquivos .startup, serão colocadas as configurações básicas para inicialização da máquina virtual, no caso, as configurações de rede. Para os arquivos referentes às máquinas virtuais (pc1, pc2, pc3, pc4) o arquivo .startup contém:

#Configura rede
ifconfig eth0 <ip do pc>
route add default gw <ip do gateway>

Para o arquivo referente ao gateway, o arquivo contém:

#Configura rede
ifconfig eth1 <ip do gateway na mesma faixa de rede dos pcs>
route add default gw <ip definido para a maquina fisica>
#Compartilha conexão no firewall
iptables -t nat -A POSTROUTING -o eth0 -j MASQUERADE

Agora que você já tem os arquivos de configuração prontos, inicie o laboratório (lembre-se de estar dentro da pasta labrede ou a que você tenha criado):

$ lstart

SSH

Para acessar via ssh, é necessário definir a senha de root, porém, se você já quiser ir aprendendo sobre segurança no acesso, o recomendado é criar um usuário para acessar via ssh:

Criar um usuário no pc virtual que se quer acessar;

# useradd aluno
# passwd aluno

Colocar o serviço do ssh para rodar:

/usr/sbin/sshd

É recomendado alterar a senha de root também:

passwd root

Agora você já pode testar a conexão com o comando ssh: ssh aluno@ip

Com isso, você já pode começar a montar o seu ambiente de estudo e testar as ínumeras possibilidades de gerenciamento de rede pelo linux.

Caso surja alguma dúvida com relação aos comandos, sugiro dar uma olhada no manual através do comando:

man vstart
man lstart

Boa sorte o/

Arquivos .conf e .startup

Fonte

Projeto NetKit

 

5 coisas que todo aluno de Sistemas de Informação deveria saber (e fazer)…

 Ou como aproveitar melhor o seu tempo na faculdade e se preparar para o mercado.

[mks_button size=”small” title=”por Tiago Baciotti” style=”rounded” url=”http://www.baciotti.com/5-coisas-que-todo-aluno-de-sistemas-de-informacao-deveria-saber-e-fazer” target=”_blank” bg_color=”#ffffff” txt_color=”#0a0a0a” icon=”icon-user” icon_type=”sl”]

Sou professor do curso de Sistemas de Informação desde 2010. Já trabalhei também com cursos de Análise de Desenvolvimento de Sistemas e Administração, atualmente trabalho na UEMG/Unidade Ituiutaba.
Muitos alunos procuram os professores para saber o que devem estudar, que caminho seguir na carreira de TI e o que devem fazer para encontrarem uma boa oportunidade após terminarem a faculdade, mas e o que devem fazer enquanto estão na faculdade?
Convenhamos que o professor de redes pode enaltecer mais sua área e o cara que trabalha com uma linguagem específica exaltará os pontos positivos da sua linguagem. Bom, apesar dessa peculiaridades existem algumas dicas que sempre, ao conversar com os alunos durante as aulas ou conversas informais, comento.
Não são as máximas ou caminhos infalíveis, tampouco o mapa da mina. Afinal, trata-se apenas de dicas pessoais baseada na experiência que tive ao trabalhar como analista de sistemas. Então leia-as decompromissadamente (ou não 😉 )

1) Enquanto estiver na faculdade, estude.

Aproveite o tempo que estiver em sala de aula. É claro que tem muitos alunos que trabalham o dia todo e vão estudar a noite e até mesmo aqueles que saem de casa às 07:00hs e só retornam às 23hs depois que saem da faculdade. Porém, independente disso o tempo que você passar na faculdade você deve efetivamente estar lá e buscando absorver informação relevante para sua área.
Você não irá gostar de todas as matérias tampouco de todos os professores. Porém, amigo, bem-vindo ao “deserto do mundo real”.
Se você vai na faculdade somente para fazer um social, pare de pagar mensalidade (se seu curso por particular) ou libere a vaga para alguém que tem interesse em estudar.

2) Não existe essa de “essa matéria não irei precisar e nem sei porquê tem no curso”

Acredite, se você tem uma disciplina no seu curso no primeiro ano que parece não ter relação nenhuma com o que você estuda é porque o lugar dela é exatamente ali. Se você tem língua portuguesa no primeiro ano da faculdade ou você precisa estudar administração ou empreendedorismo é porque você vai precisar diretamente ou indiretamente desse conteúdo.
Não tente julgar ou buscar desculpas alegando que é uma matéria que nem deveria existir no curso. O currículo do seu curso, salvo raras exceções, foi cuidadosamente pensado em preparar você da melhor forma possível. E foi feito por pessoas que estudaram um pouco mais que você e tem condições de decidir sobre o que deve ou não deve ser ensinado. Não é você que irá julgar ou decidir isso.

3) Crie uma base sólida em programação

Existem cursos com uma carga maior em programação e outros com uma abordagem mais gerencial e de governança. Mas independente disso você PRECISA aprender a programar.
Infelizmente já tive alunos que chegaram em períodos mais adiantados e não tinham condições de desenvolver um código razoável como por exemplo um acesso a banco e um CRUD em qualquer linguagem.

A maior parte dos cursos da área de TI trabalham com linguagem C nos primeiros períodos. Ok se você pensa que poderia ser uma linguagem mais moderna e mais amigável como Python ou até mesmo a brasileira Lua para trabalhar com programação estruturada nos cursos, mas independente disso você precisa aprender a programar.
E não tem dificuldade nenhuma nisso. Basicamente é um conhecimento técnico que você irá obter apenas… programando! Quanto mais horas você passar compilando, obtendo mensagens de erro, refazendo, pesquisando soluções alternativas, mais rápido você pegará o jeito da linguagem.
Não acredite em livros que pregam te ensinar programação em 7 dias ou em (!!!) 24 horas. Eles poderão claro te ensinar a sintaxe da linguagem e suas estruturas básicas mas você levará tempo para aprender a programar de forma fluente. Leia o excelente artigo de Peter Novig aqui sobre isso.
O lado bom disso é que a partir do momento que você dominar uma linguagem de forma profunda quando precisar programar em qualquer outra sua curva de aprendizado é muito menor, claro.
E por favor não entre na briga de Ruby x Python, Java x .Net ou “PHP é ruim”, etc. Escolha uma linguagem, se aprofunde e aprenda.

4) O mundo fala inglês, e você?

Alguns dizem que “inglês é o esperanto que deu certo” fazendo alusão à linguagem artifical mais conhecida no mundo. Se deu certo ou não eu não sei, mas é melhor você aprender.
Você precisa sair do verbo “to be” e pelo menos, no mínimo, ser capaz de ler textos técnicos e documentações em inglês. E isso hoje é muito mais fácil que a 20 anos atrás pois estamos expostos a todo momento ao idioma em músicas, filmes, internet, etc.
O Rubens Queiroz de Almeida, lá do Dicas-L escreveu um texto muito bacana um tempo atrás que é o Aprendendo Inglês com séries de TV. Ah, só um adendo para o texto dele é que hoje nem necessário é comprar o box de DVDs pois podemos usar o NetFlix para ver o Friends, todas as 10 temporadas estão lá ;-). Pare agora e vá dar uma lida nesse artigo dele agora e depois volte pra cá.
Mais pra frente irei escrever um post sobre como eu particularmente aprendi inglês e como foi trabalhar com indianos, chineses e argentinos (falando inglês também LOL).

5) “Ah, eu não gosto de Linux”

Aprenda Linux. Use Linux. Se envolva com a comunidade. Infelizmente 90% dos alunos não usam Linux pois o Windows “é mais fácil” ou “não tem as ferramentas que preciso”. Alguns são até mais otimistas e instalam o Linux em dual boot com o Windows. Porém NUNCA usam Linux.
Só tem uma forma de você aprennder Linux e foi assim que fiz quando usei pela primeira vez o Conectiva Marumbi (alguém lembra??). Remova o Windows e instale somente o Linux em seu computador.
Calma, não estou falando para você nunca mais usar o Windows não. Estou falando para você usar o Linux diariamente por 6 meses ou 1 ano. E use uma distribuição mais pura como o Debian para que você tenha um pouco de trabalho nas configurações 😉
Quando lancei meu curso de Terminal Linux cheguei a escutar de um formando que “é legal mas você nunca irá usar isso”. Não vou nem comentar, mas só um fato que aconteceu comigo em 2007 quando entrei em uma empresa de software. Eu era o único analista da empresa que sabia Linux e por isso fui escolhido para trabalhar dentro do cliente pois eram projetos envolvendo servidores onde acabei tendo contato também com HP-UX e outros UNIX.
Se você quiser usar Windows ou Mac em sua casa é só com você essa decisão, apenas acredito que você não pode sair de um curso superior na área de sistemas sem conhecer Linux.
E quem sabe, como já vi acontecer, você gosta do contato e o utiliza como sistema principal?

Lembre-se de não dar desculpas mas se comprometer com seu crescimento.
Não fez o trabalho? Não invente desculpas para seu professor, ele já foi aluno e sabe e conhece MUITO BEM alunos empenhados e outros que levam o curso de forma mais tranquila e sem se envolver. Você não está enganando ninguém.
Comprometa-se com seu aprendizado e evolução. Estude, crie um cronograma semanal e gaste algumas horas revisando, programando e testando. Não tenha vergonha de pedir ajuda para os seus colegas e professores.
E importante, divirta-se! Você está fazendo Sistemas de Informação porque gosta e escolheu esse curso. Então vá devagar e aproveite a paisagem 😉

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Que tal personalizar seu calendário de 2016?

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Já pensou em personalizar o seu calendário com as datas especiais que você precisa?

A Document Foundation, organização por trás da suíte de escritório LibreOffice, através da colaboradora Eliane Sousa, disponibilizou para download um calendário no formato ODG, para o caso de você querer personalizar,  e PDF, se você quiser apenas imprimir.

O calendário já está com os feriados nacionais marcados, além disso, inserir as datas que você precisa vai ajudá-lo a aprender mais sobre a ferramenta.

Aproveite 🙂

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