Dica rápida para pós instalação do Fedora 26

Se você é recém-chegado à distribuição Fedora e tiver algum problema para execução de vídeos do Vimeo ou do Youtube em html5, deixo uma dica rápida de como instalar alguns codecs e ficar feliz na sua nova distro.

No Youtube, a mensagem de erro que você deve receber é de que não é possível reproduzir o vídeo e te mostrará o link para a página youtube.com/html5. O problema deverá estar com os plugins h.264 da distribuição.

Habilitar codec OpenH.264 e Instalar plugins

O codec OpenH.264 é mantido pela Cisco e o código-fonte está disponível aqui. O primeiro passo é habilitar o codec no Fedora, que vem desabilitado por padrão:

sudo dnf config-manager --set-enabled fedora-cisco-openh264

Depois, é necessário instalar os plugins do gstreamer e do firefox:

sudo dnf install gstreamer1-plugin-openh264 mozilla-openh264

Instalar e habilitar ffmpeg

Ainda precisei instalar e habilitar codecs do ffmpeg, primeiro habilitando o repositório RPMFusion:

su -c 'dnf install http://download1.rpmfusion.org/free/fedora/rpmfusion-free-release-$(rpm -E %fedora).noarch.rpm http://download1.rpmfusion.org/nonfree/fedora/rpmfusion-nonfree-release-$(rpm -E %fedora).noarch.rpm'

Depois instalando os codecs:

sudo dnf install ffmpeg-libs

Configurando o Firefox

Para terminar, vá no menu Extensões > Plugins e habilite o plugin OpenH264:

Reinicie o Firefox e teste os vídeos novamente.

Aprendendo redes com Netkit

Você precisa aprender sobre configuração de redes de computadores no linux, não tem computadores pra montar um laboratório e não quer utilizar o Cisco Packet Tracer? Veja agora como o Netkit pode te ajudar a avançar nos estudos.

O Netkit é um ambiente para a criação e realização de experimentos em rede com baixo custo e com pouco esforço. Ele permite criar” vários dispositivos de rede virtual (roteadores, switches, computadores, etc.) que podem ser facilmente interligados, a fim de formar uma rede em um único PC. Equipamentos de rede virtual, mas que possuem muitas das características dos reais, incluindo a interface de configuração.

Instalação do NetKit

Serão necessários os arquivos:

wget http://wiki.netkit.org/download/netkit/netkit-2.8.tar.bz2
wget http://wiki.netkit.org/download/netkit-filesystem/netkit-filesystem-i386-F5.2.tar.bz2
wget http://wiki.netkit.org/download/netkit-kernel/netkit-kernel-i386-K2.8.tar.bz2

Extraia os arquivos utilizando o comando tar -xjSf:

tar -xjSf netkit-2.8.tar.bz2
tar -xjSf netkit-filesystem-i386-F5.2.tar.bz2
tar -xjSf netkit-kernel-i386-K2.8.tar.bz2

Após a extração, copie a pasta netkit para a home do seu usuário e acesse-a:

mv netkit ~
cd ~/netkit

Agora, precisamos exportar as variáveis para o .bash (ou  .profile se você estiver usando o Mint)

export NETKIT_HOME=~/netkit
export MANPATH=:$NETKIT_HOME/man
export PATH=$NETKIT_HOME/bin:$PATH

Esse processo é importante pois diz ao sistema operacional onde estão localizados os arquivos do netkit (executáveis, documentação e pasta base).

Cheque a instalação:

./check_configuration.sh

Se a arquitetura do seu computador for x64_86, você dever problemas aqui, então siga os passos abaixo para habilitar a execução de executáveis 32-bit.

No Ubuntu e derivados:

sudo apt-get update
sudo apt-get install ia32-libs
sudo apt-get install libc6-i386

No Arch Linux e derivados

Acesse o arquivo /etc/pacman.conf, e retire o comentário das linhas referentes ao [multilib], deixando-o assim:

[multilib]
Include = /etc/pacman.d/mirrorlist

Após esse processo, atualize os pacotes com:

sudo pacman -Syu

Feita a atualização, execute o check_configuration.sh novamente. Deve estar tudo ok agora.

Brincando com o Netkit

Ambiente com uma máquina virtual

vstart <nome da máquina> --<interface>=A

Se precisar que máquina virtual tenha comunicação com o pc real e acesse a internet, utilize:

vstart <nome da maquina> --<interface>=tap,<ip-pc-fisico>,<ip-pc-virtual>

Por exemplo: vstart pc1 eth0=tap,10.10.1.1,10.10.1.2.

Ambiente com várias máquinas virtuais

Podemos deixar as máquinas virtuais pré-configuradas para, ao subir, já ter todas as configurações definidas. Isso ajuda muito quando necessário utilizar uma rede virtual  para testes.

Para configurar um laboratório virtual, vamos precisar da seguinte estrutura:

Criar uma pasta para armazenar os arquivos, por exemplo:

mkdir /home/<usuario>/labrede

Criar um diretório para cada máquina virtual a ser utilizada dentro do diretório criado anteriomente:

cd labrede
mkdir gw1 pc1 pc2 pc3 pc4 …..

Ainda dentro do /labrede, criar os arquivos:

touch lab.conf
touch gw1.startup pc1.startup pc2.startup pc3.startup pc4.startup

lab.conf

Este arquivo deverá conter as informações sobre quantas placas de rede a máquina virtual conterá:

###Configuração para varias maquinas virtuais
LAB_DESCRIPTION="Laboratorio de testes - Samuel Barbosa"
LAB_VERSION='1.0'
LAB_AUTHOR="Samuel Barbosa"
LAB_EMAIL="contato@smkbarbosa.xyz"
LAB_WEB="smkbarbosa.xyz"

gw[0]=tap,192.168.20.1,192.168.20.2
gw[1]="LinkLan"
pc1[0]= "LinkLanGw"
pc2[0]="LinkLanGw"
pc3[0]="LinkLanGw"
pc4[0]="LinkLanGw"

No exemplo acima, tenho uma máquina que servirá como gateway chamada gw1, configurei duas placas de rede, observe que a sequência das placas sempre inicia com 0. Já deixei configurado também a conexão com o pc real cujo os ips são: 192.168.20.1 para a máquina física e 192.168.20.2 para o gateway.

.startup

Nos arquivos .startup, serão colocadas as configurações básicas para inicialização da máquina virtual, no caso, as configurações de rede. Para os arquivos referentes às máquinas virtuais (pc1, pc2, pc3, pc4) o arquivo .startup contém:

#Configura rede
ifconfig eth0 <ip do pc>
route add default gw <ip do gateway>

Para o arquivo referente ao gateway, o arquivo contém:

#Configura rede
ifconfig eth1 <ip do gateway na mesma faixa de rede dos pcs>
route add default gw <ip definido para a maquina fisica>
#Compartilha conexão no firewall
iptables -t nat -A POSTROUTING -o eth0 -j MASQUERADE

Agora que você já tem os arquivos de configuração prontos, inicie o laboratório (lembre-se de estar dentro da pasta labrede ou a que você tenha criado):

$ lstart

SSH

Para acessar via ssh, é necessário definir a senha de root, porém, se você já quiser ir aprendendo sobre segurança no acesso, o recomendado é criar um usuário para acessar via ssh:

Criar um usuário no pc virtual que se quer acessar;

# useradd aluno
# passwd aluno

Colocar o serviço do ssh para rodar:

/usr/sbin/sshd

É recomendado alterar a senha de root também:

passwd root

Agora você já pode testar a conexão com o comando ssh: ssh aluno@ip

Com isso, você já pode começar a montar o seu ambiente de estudo e testar as ínumeras possibilidades de gerenciamento de rede pelo linux.

Caso surja alguma dúvida com relação aos comandos, sugiro dar uma olhada no manual através do comando:

man vstart
man lstart

Boa sorte o/

Arquivos .conf e .startup

Fonte

Projeto NetKit

 

Configurando o LEMP no Arch Linux e derivados

Não tinha o propósito de mudar a distribuição do meu notebook esse ano, mais devido a alguns problemas com o Mint, decidi mudar e experimentar uma nova distribuição, e o escolhido foi o Arch Linux. E como necessito desses pacotes para estudar, aí vai um pequeno tutorial de como deixar o Nginx, Mysql, Php-FPM e phpMyAdmin configurados no Arch Linux e derivados.

archlinux-logo

1) Atualizar os pacotes do sistema

# pacman -Syu

2) Instalar o Mysql

# pacman -S mysql
# mysql_install_db --user=mysql --basedir=/usr --datadir=/var/lib/mysql
# sudo systemctl start mysqld && mysql_secure_installation

A instalação iniciará e você será questionado sobre a senha de superusuário para prosseguir, pressione enter e prossiga conforme as opções:

Enter current password for root (enter for none):
OK, successfully used password, moving on...

Setting the root password ensures that nobody can log into the MariaDB root user without the proper authorisation.
Set root password? [Y/n] y
New password:
Re-enter new password:
Password updated successfully!
Reloading privilege tables..
... Success!
By default, a MariaDB installation has an anonymous user, allowing anyone to
log into MariaDB without having to have a user account created for them.
This is intended only for testing, and to make the installation go a bit smoother.
You should remove them before moving into a production environment.
Remove anonymous users? [Y/n] y
... Success
Normally, root should only be allowed to connect from 'localhost'.  This
ensures that someone cannot guess at the root password from the network.
Disallow root login remotely? [Y/n] y
... Success!

By default, MariaDB comes with a database named 'test' that anyone can
access.  This is also intended only for testing, and should be removed
before moving into a production environment.

Remove test database and access to it? [Y/n] y
- Dropping test database...
... Success!
- Removing privileges on test database...
... Success!

Reloading the privilege tables will ensure that all changes made so far
will take effect immediately.
Reload privilege tables now? [Y/n]
... Success!
Cleaning up...
All done!  If you've completed all of the above steps, your MariaDB
installation should now be secure.

3) Instalar o Nginx

# pacman -S nginx
# systemctl start nginx

Para confirmar que o serviço está rodando

# systemctl status nginx

4) Instalar o PHP-FPM

# pacman -S php-fpm

5) Instalar o phpMyAdmin

# pacman -S phpmyadmin php-mcrypt

6) Configurar o php.ini

É necessário habilitar as seguintes extensões no php.ini, retirando o comentário do início da linha (;).

#nano /etc/php/php.ini
extension=mysqli.so
extension=mcrypt.so

Retire também o comentário da linha:

mysqli.allow_local_infile = On

Ainda no php.ini, pesquise a linha open_basedir e adicione os seguintes diretórios:

open_basedir = /srv/http/:/home/:/tmp/:/usr/share/pear/:/usr/share/webapps/:/etc/webapps/

7) Habilitar o Php-FPM Fast CGI no Nginx

Agora vamos habilitar o php-fpm no nginx. Faça uma cópia do arquivo nginx.conf e substitua o conteúdo por esse abaixo, ou adicione no seu arquivo o que está em negrito logo abaixo:

Criando cópia de backup:

# cp /etc/nginx/nginx.conf /etc/nginx/nginx.conf.bkp

Editar o arquivo:

# nano /etc/nginx/nginx.conf
user html;
worker_processes  1;
events {
    worker_connections  1024;
}
http {
    include       mime.types;
    default_type  application/octet-stream;
    sendfile        on;
    keepalive_timeout  65;
    server {
       listen       80;
       server_name  localhost;
        location / {
           root   /usr/share/nginx/html;
           index  index.html index.htm index.php;

       }
    location /phpmyadmin {
      rewrite ^/* /phpMyAdmin last;
   }

        # pass the PHP scripts to FastCGI server listening on 127.0.0.1:9000

    location ~ \.php$ {
      fastcgi_pass     unix:/var/run/php-fpm/php-fpm.sock;
      fastcgi_index    index.php;
      root       /srv/http;
      include       fastcgi.conf;
   }
    }
}

8) Ativando serviços na inicialização do sistema

# systemctl enable nginx
# systemctl enable mysqld
# systemctl enable php-fpm

Bem, agora você já tem tudo pronto na sua máquina. Confira acessando o endereço http://localhost ou http://localhost/phpmyadmin. Agora é continuar estudando e descobrir todo o poder que o nginx pode oferecer.

Bons estudos e até mais!

Quer saber mais sobre o pacman? Leitura recomendada:

[mks_button size=”medium” title=”Usando Pacman no Arch Linux e Derivados – Parte 1″ style=”rounded” url=”https://sempreupdate.org/gnulinux/2015/usando-o-pacman-no-arch-linux-e-derivados-parte-1/” target=”_blank” bg_color=”#ff1e1e” txt_color=”#020202″ icon=”” icon_type=””]

[mks_button size=”medium” title=”Usando Pacman no Arch Linux e Derivados – Parte 2″ style=”rounded” url=”https://sempreupdate.org/gnulinux/tutoriais/2015/usando-o-pacman-no-arch-linux-e-derivados-parte-2/” target=”_blank” bg_color=”#ff1e1e” txt_color=”#020202″ icon=”” icon_type=””]

[mks_button size=”medium” title=”Usando Pacman no Arch Linux e Derivados – Parte 3″ style=”rounded” url=”https://sempreupdate.org/gnulinux/tutoriais/2015/usando-o-pacman-no-arch-linux-e-derivados-parte-3/” target=”_blank” bg_color=”#ff1e1e” txt_color=”#020202″ icon=”” icon_type=””]

Referências:

[mks_button size=”medium” title=”Fonte 1″ style=”squared” url=”http://www.tecmint.com/install-nginx-php-mysql-with-mariadb-engine-and-phpmyadmin-in-arch-linux/” target=”_blank” bg_color=”#ffffff” txt_color=”#020202″ icon=”” icon_type=””]

[mks_button size=”medium” title=”Fonte 2″ style=”squared” url=”https://www.digitalocean.com/community/tutorials/how-to-install-lemp-nginx-mysql-php-stack-on-arch-linux” target=”_blank” bg_color=”#ffffff” txt_color=”#020202″ icon=”” icon_type=””]

[mks_button size=”medium” title=”Fonte 3″ style=”squared” url=”https://wiki.archlinux.org/index.php/MySQL” target=”_blank” bg_color=”#ffffff” txt_color=”#020202″ icon=”” icon_type=””]

[mks_button size=”medium” title=”Fonte 4″ style=”squared” url=”https://wiki.archlinux.org/index.php/phpMyAdmin” target=”_blank” bg_color=”#ffffff” txt_color=”#020202″ icon=”” icon_type=””]

Tutorial – Como bloquear solicitações de aplicativos no facebook

Olá, tudo bem?
Vamos aprender hoje como bloquear definitivamente aquelas solicitações de aplicativos e jogos que seus amigos enviam todo minuto, toda hora, todo dia, toda semana pra você!
A primeira coisa a fazer é procurar pela Central de Aplicativos na caixa de busca (sim, aquela caixa do lado das notificações) ou pelo menu lateral, na seção Aplicativos, deve ter uma caixa verde amarela com a logo do Facebook.


Logo após, acesse a opção Solicitações e logo vão aparecer todos os aplicativos para os quais você foi convidado. Basta clicar no x  correspondente ao aplicativo e seguir as opções desejadas.


O facebook te dá a opção de bloquear todas as solicitações do aplicativo ou ignorar todas as solicitações do “amigo”. Escolha a sua e bom proveito!!!


É isso, fácil não? Qualquer dúvida, só postar nos comentários.

Tutorial Básico do Google Docs

Vejo que muitas pessoas ainda não estão familiarizados com as possibilidades que o Google nos proporciona. Quero compartilhar com vocês como utilizar, mesmo que rapidamente, uma das ferramentas que podem agilizar o trabalho e compartilhamento de arquivos.

Através do gmail, temos acesso a ferramenta Disco, que nada mais é do que um serviço de armazenamento de arquivos oferecido pelo Google.


O Google Docs aceita formatos de ficheiro mais populares, incluindo:

  • DOC
  • XLS
  • ODT
  • ODS
  • RTF
  • CSV
  • PPT
  • e alguns outos

Através do botão criar, você já pode selecionar o tipo de documento que deseja editar e começar a trabalhar:

O botão ao lado de Criar, possibilita fazer o envio de documentos. Para que o documento seja editável online, você precisa converter o documento para o formato do Gdocs,

Para isso, clique em configurações e marque a opção como na imagem. Caso não deseje fazer essa conversão, o documento será apenas para leitura, deixe a opção desmarcada:
Compartilhamento:

Para se compartilhar um documento, clique com o botão direito e vá até a opção Compartilhar:
Na tela seguinte, você pode inserir o email de seus colaboradores e dizer se podem apenas visualizar ou podem editar o documento, assim como, pode apenar marcar o documento como público e disponibilizar o link para download ou visualização.

Além disso tudo, é uma excelente ferramenta para backup de documentos importantes ;).